Melhor do que um Papa... só mesmo outro Papa!!

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sábado, 23 de janeiro de 2010

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Um dos momentos mais intensos da Noite com o Hino das Missões!

A alegria de saber que é verdade poder viver Deus com os amigos!

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Parabéns!!!...



... e Obrigada!

Pe. Hugo Teixeira Morais Duarte dos Santos
6º Aniverário da Ordenação
29 de Junho de 2008
Festa de S. Pedro e S. Paulo

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Bento XVI aos Jovens sobre a Eucaristia

Na Eucaristia descobrireis que sois amados de uma maneira infinita.
O Evangelho constitui o coração da mensagem cristã, a revelação total dos mistérios divinos.
No seu Filho, a Palavra feita carne, Deus disse-nos tudo. No seu Filho, Deus revelou-nos o seu rosto de Pai, um rosto de amor, de esperança. Ele nos mostrou o caminho da felicidade e da alegria.
Durante a consagração, momento particularmente intenso da Eucaristia, no qual recordamos o sacrifício de Cristo, estais chamados a contemplar ao Senhor Jesus, como São Tomé: ‘Meu Senhor e meu Deus’.
Depois de ter recebido a Palavra de Deus, depois de vos terdes alimentado com o seu corpo, deixai-vos transformar interiormente e receber d’Ele a vossa missão.
Cristo envia-vos ao mundo para levardes a sua paz e serdes testemunhas da sua mensagem de amor. Não tenhais medo de anunciar Cristo aos jovens de vossa idade.
Ensinai-lhes que Cristo não é um impedimento para a vossa vida nem para vossa liberdade; pelo contrário, mostrai-lhes que Ele vos dá a verdadeira vida, que vos torna livres para lutar contra o mal e fazer da vossa vida algo belo.
Alguns de vós vos sentireis chamados a segui-lo de uma maneira mais radical no sacerdócio ou na vida consagrada. Não tenhais medo de escutar este chamamento e de responder com alegria. Como disse na inauguração de meu pontificado, Deus não tira nada daqueles que se entregam totalmente a Ele. Pelo contrário, Ele dá-lhes tudo. Tira o melhor de cada um de nós, de maneira que as nossas vidas possam florescer verdadeiramente.

domingo, 8 de junho de 2008

Devoção a S. José

Depois do mês de Maria porque não cultivar uma devoção a S. José?

"Entre as inumeráveis devoções promovidas e cultivadas na Igreja Católica, sem dúvida que, depois das de Jesus e de Maria, tem a primazia a devoção a S. José, quer pelas especialíssimas relações que teve com Jesus e Maria, quer pela excelsa autoridade de que foi investido.

Especiais relações com Jesus e Maria – Na verdade, grande diferença há entre o S. José visto com os olhos da fé e o S. José visto pelos olhos do mundo que nada vêem das coisas de Deus (Cf. 2 Cor 2, 14-15).

Como é visto José pelos olhos do mundo senão como um humilde artesão que vive num pobre lugarejo da Galileia, um vulgar carpinteiro que procura ganhar o seu sustento e o da sua esposa e filho? Assim o conheciam os habitantes de Nazaré. Numa palavra: era, praticamente, um desconhecido.

José, porém, é bem diferente visto com os olhos da fé, visto como no-lo apresenta o Evangelho: Ele é «o esposo de Maria» (Mt 1, 16.19) e «o pai putativo de Jesus» (Lc 3, 23). E, nestes dados, nestas poucas palavras está contida toda a eminente glória de José na obra da nossa Redenção, não, é evidente, duma maneira absolutamente necessária como Maria, mas conveniente, por certo, como esposo de Maria e pai putativo de Jesus. Por estas duas fortíssimas relações com Jesus e Maria, a devoção a S. José deve ser a primeira entre todas, depois da devida a Jesus e a Maria.

E também pela altíssima autoridade em que foi investido na terra e no Céu. Com feito, ao afirmar que o Céu concedeu a José amplos poderes sobre o próprio Filho de Deus humanado e sobre a sua santíssima Mãe, e que ambos, Jesus e Maria, dependiam dele – um com a sujeição filial (Lc 2, 51) e a outra com a sujeição esponsal (Ef 5, 22) –, já se disse tudo de quanto mais excelso e sublime se possa imaginar, sem possibilidade de alguma coisa mais se acrescentar.

A este propósito, recordo o raciocínio de Fr. Ambrósio Potton, dominicano: Traslademo-nos, em espírito, à santa casa de Nazaré, pequeno Céu na terra. Nela encontramos três pessoas: Jesus, Rei da Glória, Senhor dos Senhores, verdadeiro Filho de Deus feito homem; Maria, a mulher predestinada, desde o início dos tempos, para ser a Mãe de Cristo e, por isso mesmo, exaltada acima de todas as criaturas, inclusive acima dos próprios anjos, como afirma S. Tomás de Aquino; e José, o mais humilde dos homens, esposo de Maria e pai putativo de Jesus.

Imaginemos, agora, que, um dia, bate à porta desta humilde família de Nazaré um pobre mendigo, necessitado de tudo, doente, extenuado pelos sofrimentos, e solicita ser recebido nesta casa e nela se hospedar. Quem atenderá este premente pedido e dará alojamento a este pobre desgraçado desconhecido? Será a Virgem Maria? Não, por certo, embora seja Mãe de Deus e Rainha do Céu e da Terra; ela conhece perfeitamente os seus deveres de esposa, para não se arrogar tal direito, sabendo bem que deve sujeitar-se ao seu esposo José. Será, então, Jesus, o mais misericordioso de todos os homens, a misericórdia em pessoa? Também não, porque se trata de exercer um acto verdadeiramente próprio da autoridade paternal, e Jesus sabe bem que esta pertence, de verdade, ao seu bom pai putativo. A quem corresponde, então, satisfazer o pedido do pobrezinho senão a José, legítima Cabeça da Sagrada Família? Será ele a dizer ao pedinte: «Entra, pobrezinho, e fica connosco, debaixo do nosso tecto e sentado à nossa humilde mesa; todas as nossas coisas serão também tuas» (Cf. Jo 17, 10).

Assim, tão grande, era a autoridade de José na terra, na casa de Nazaré. Agora, não é menor a sua autoridade no Céu, onde se encontra junto de Jesus e de Maria. Sabe-se, com efeito, que a morte não destrói os vínculos da vida presente, antes os aperfeiçoa na outra vida. Por conseguinte, também, agora, no Céu, S. José ocupa o lugar que tinha na Sagrada Família, embora, é claro, de outra forma, já que ali seu Filho putativo, Jesus, é o Rei da Glória, e sua esposa, Maria, é a gloriosa Rainha perante a qual se prostram os Anjos. Por isso, no Céu, José não “manda” em Jesus e Maria, como sucedia na terra, na casa de Nazaré, mas, conserva todo o seu poder sobre o coração de ambos. Com efeito, na sua Carta aos Romanos (11, 29), S. Paulo diz-nos que «os dons de Deus são irrevogáveis».

Não admira, pois, que S. Bernardino de Sena afirme que, no Céu, Cristo não nega a José aquela familiaridade e sublime reverência que lhe prestou na terra, como filho a seu pai. Mais ainda: aumentou-as e completou-as. Por outro lado, é constante doutrina da Igreja que os santos gozam, no Céu, não apenas de glória, mas também de um poder correspondente aos méritos e prerrogativas que tiveram na terra. E nenhum outro santo gozou do privilégio de exercer sobre Jesus a autoridade paternal, privilégio único e intransmissível de S. José. Por isso, graça que se peça por seu intermédio, com confiança, é sempre obtida. Santa Teresa d’Ávila, doutora da Igreja e grande devota de S. José, declarou que nunca lhe foi negada qualquer graça pedida, com confiança, por intercessão do Pai putativo de Jesus.

Não nos limitemos, portanto, a recorrer a S. José apenas no mês de Março, a ele particularmente consagrado, mas sempre que necessitemos de alguma graça especial." - Retirado do Site http://www.dominicanos.com.pt/


Oração a São José, depois do terço

A vós, São José, recorremos em nossa tribulação e, depois de ter implorado o auxílio de vossa santíssima esposa, cheios de confiança solicitamos também o vosso patrocínio. Por esse laço sagrado de caridade que vos uniu à Virgem Imaculada, Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente suplicamos que lanceis um olhar benigno sobre a herança que Jesus Cristo conquistou com Seu sangue, e nos socorrais em nossas necessidades com o vosso auxílio e poder. Protegei, ó guarda providente da divina família, a raça eleita de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, ó pai amantíssimo, a peste do erro e do vício. Assisti-nos do alto do céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas e assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus das ciladas de seus inimigos e de toda a adversidade. Amparai a cada um de nós com o vosso constante patrocínio, a fim de que, a vosso exemplo e sustentados com o vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente, e obter no céu a eterna bem-aventurança. Amén.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Maio - Mês de Maria

Porquê?
Porque é sempre um bom momento para começar
Porque nunca o tinha feito
Porque há muita gente doente
Porque recordo-me da minha família
Porque estamos há mais de 500 anos a faze-lo
Porque agora é mais fácil
Porque o mundo necessita de paz
Porque fazemo-lo em casa
Porque aprendi quando era pequeno
Porque não tenho medo
Porque são só 50
Porque a minha avó está doente
Porque quero passar nos exames
Porque estou triste
Porque estou cansado
Porque quero ajudar os outros
Porque fazem-no por mim
Porque não?
Porque é muito simples
Porque me dá forças
Porque não o posso fazer sozinho
Porque assim somos dois, o que é mais fácil
Porque o tenho nas minhas mãos
Porque é possível faze-lo em qualquer momento
Porque é Maio
Porque estou apaixonado
Porque estou apaixonada
Porque une-me
Porque os meus amigos estão à espera
Porque não me importa o que dizem as pessoas
Porque preciso de ajuda
Porque me faz muita falta
Porque torna fácil o difícil
Porque me torna melhor
Porque as coisas podem melhorar
Porque não quero deixar de faze-lo
Porque eu gosto de dizer piropos
Porque gosto de agradecer
Porque confio nela
Porque nos pediu
Porque ela gosta
Porque apaixona-me a vida
Porque adorava olhar-lhe nos olhos
Porque ela é a mais bonita do mundo
Porque gosto de sonhar
Porque quero-a muito
Porque está sempre quando precisas
Porque ela merece
Porque ela é a mãe de Deus
Porque é a minha mãe
50
Estas são só
50 Razões
50 Pessoas
50 Esperanças
50 Sentimentos
50 Experiências
50 Corações
50 Almas
50 Sonhos
50 Filhos
Avé Marias
Porque rezas o terço?
Tu rezas o terço?
Maio
Mês de Maria

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Nu e cru...


Vale a pena ler...Até que enfim que alguêm escreve "PRETO NO BRANCO"!


HOSTILIDADE ASSUMIDA

Prof. João César das Neves


Fala-se muito de uma hostilidade do Governo à Igreja. Não há real perseguição, mas sinais que alguns assim interpretam. O Ministério da Educação estrangula os colégios, ASAE e Segurança Social assediam creches e obras paroquiais, restringem-se os capelães, não se regulamenta a nova Concordata. Como tudo isto é feito sob capa formal e declarações pacificadoras, pode ter uma interpretação neutra. Agora porém é oficial: há mesmo um menosprezo pela fé católica.


No preâmbulo do Projecto de Lei n.º 509/X, sobre as "alterações ao Regime Jurídico do Divórcio", já apresentado e aprovado, o PS assume-o explicitamente: "O que está em causa não é necessariamente o abandono das referências religiosas, mas antes uma retracção destas para esferas mais íntimas e assumindo dimensões menos consequenciais em outros aspectos da vida."Imaginem os senhores deputados que um dia se aprovava uma lei onde se dizia não estar em causa o abandono do PS, mas uma retracção dele para "esferas mais íntimas" e "dimensões menos consequenciais na vida". Ficariam os socialistas contentes com essa retracção para esferas íntimas? Aceitariam ser menos consequenciais na vida? Não interpretariam essa lei como uma forma de ataque e perseguição? É razoável os cristãos acharem o mesmo agora. E não se diga que não é a mesma coisa porque, se há diferenças, é que a religião é mais abrangente e influente que a ideologia.


O diploma apresenta duas motivações para essa atitude. A primeira é realista, constatando "três grandes movimentos que foram ocorrendo no decurso do século XX (...) sentimentalização, individualização e secularização". Se a sociedade é assim, que se há-de fazer? Mas essa justificação, aparentemente objectiva, é muito fraca. A lei agora apresentada não fica justificada pela evolução da realidade, mas pela interpretação política dessa evolução. No mesmo período verificaram-se muitas outras tendências sociais, como o aumento da droga, solidão e criminalidade. Será que, por serem movimentos reais e observáveis, são inevitáveis e devem ter leis que os promovam? A diferença entre eles é que a ideologia do Governo aprova os primeiros mas reprova os segundos. O PS acha que o divórcio deve ser facilitado e a droga combatida.A coisa é ainda mais grave porquanto as análises científicas sérias mostram claramente que o divórcio e a degradação da família, causados pelas ditas sentimentalização, individualização e secularização, estão entre as principais causas do aumento da droga, solidão e crime. A lei promove aquilo que quer combater.A outra justificação do texto é histórica. O referido preâmbulo, além de invocar pergaminhos científicos, também se arvora em juiz do passado. Em particular, "o projecto de lei que se apresenta pretende retomar o espírito renovador, aberto e moderno que marcou há quase cem anos a I República". É preciso coragem para alguém se apresentar hoje como herdeiro da I República, o maior desastre socioeconómico da história recente de Portugal. Que, além disso, criou a maior perseguição à Igreja desde Abd ar-Rahman II (emir de 822 a 852). Não há dúvida que, a um ano de eleições, o PS se arrisca bastante ao retomar esse suposto espírito "renovador, aberto e moderno".Deve dizer-se que ao fazê-lo, se viola o espírito do 25 de Abril. Uma das principais diferenças entre as revoluções de 1910 e 1974, entre Afonso Costa e Mário Soares, é precisamente a hostilidade à Igreja, que o bem sucedido regime democrático actual recusou. Parece que Sócrates, esquecendo isso, está a ser forçado a preferir a maçonaria à democracia.


Esta hostilidade, agora franca e aberta, é boa para a fé. Uma perseguição faz sempre muito bem à Igreja, purificando-a e renovando-a. O problema está no que entretanto sofrem as crianças das escolas e creches, os idosos do centros de dia e obras sociais. Os serviços estatais, apesar das suas tendências totalitárias, nunca conseguem substituir as paróquias. Uma perseguição à Igreja, mesmo envergonhada, acaba sempre por prejudicar os pobres.

terça-feira, 29 de abril de 2008

O que é o amor?

Esta foi uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos.

As crianças são sábias... vamos aprender juntos???

Respostas:

"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos" - Mathew, 6 anos

"Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite" - Rebecca, 8 anos

"Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras" - Lauren, 4 anos

"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo" - Tommy, 6 anos

"Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente" - Billy, 4 anos

"Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela" - Chrissy, 6 anos

"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, ara ter certeza que está do gosto dele" - Danny, 6 anos

"Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta" - Bobby, 5 anos

"Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta. - Nikka, 6 anos

"Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda" - Samantha , 7 anos

"Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de deus, mas o amor de deus junta os dois" - Jenny, 4 anos

"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford" - Chris, 8 anos

"Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo" - Cindy, 8 anos

"Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo" - Jessica, 8 anos

"Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não" - Patty, 8 anos

"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro" - Mary Ann, 4 anos

"Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor" - Max, 5 anos

Retirado do Site http://www.portaldafamilia.org/

terça-feira, 22 de abril de 2008

Papa aos jovens americanos e aos de todo o mundo...

E hoje? Quem leva o testemunho da Boa Nova de Jesus às ruas de Nova York, nos subúrbios inquietos às margens das grandes cidades, aos lugares nos quais os jovens se reúnem em busca de alguém em quem confiar? Deus é nossa origem e nosso destino, e Jesus é o caminho. O percurso desta viagem articula-se – como o dos nossos santos – entre alegrias e provações da normal vida quotidiana: nas suas famílias, nas escolas e nos colégios, durante as suas atividades no tempo livre e nas suas comunidades paroquiais. Todos estes lugares são marcados pela cultura na qual crescem. Como jovens americanos são-lhes oferecidas muitas possibilidades para o seu desenvolvimento pessoal, e vós fostes educados com um espírito de generosidade, serviço e imparcialidade. Mas não precisais que eu vos diga que existem também dificuldades: comportamentos e formas de pensar que sufocam a esperança, caminhos que parecem conduzir à felicidade e à satisfação, mas que levam somente à confusão e à angústia.


Vós já percebestes quantas vezes a reivindicação da liberdade é feita sem jamais se referir à verdade da pessoa humana? Existem pessoas que defendem que o respeito da liberdade do cidadão torne injusta a busca da verdade, incluindo a verdade sobre o que é o bem. Em alguns lugares, falar da verdade é considerado como fonte de discussão ou de divisões e, portanto, deve ser reservado à esfera pessoal. E no lugar da verdade – ou melhor, da ausência da verdade – difundiu-se a idéia de que, dando valor indiscriminadamente a tudo, assegura-se a liberdade e se liberta a consciência. É o que chamamos de relativismo. Mas qual é o objetivo da ‘liberdade’ que, ignorando a verdade, persegue o que é falso ou injusto? A quantos jovens foi oferecida uma mão que, em nome da liberdade ou da experiência, os guiou ao vício das drogas, à confusão moral ou intelectual, à violência, à perda de respeito por si mesmos, ao desespero e até, tragicamente, ao suicídio?


Queridos amigos, a verdade não é uma imposição. Nem é simplesmente um conjunto de regras. É a descoberta de Alguém que nunca nos trai; de Alguém em quem podemos sempre confiar. Ao procurar a verdade, chegamos a viver com base na fé porque, definitivamente, a verdade é uma pessoa: Jesus Cristo. É esta a razão pela qual a autêntica liberdade não é uma escolha de se ‘desvincular’ de algo. É uma decisão pelo ‘empenho por’; nada mais do que sair de si mesmos e deixar-se envolver no ‘ser pelos outros’ de Cristo (cf. Spe salvi, 28).


Por vezes, porém, somos tentados em fechar-nos em nós mesmos, duvidar da força do esplendor de Cristo, limitar o horizonte da esperança. Tomem coragem! Fixem o olhar nos nossos santos! A diversidade de suas experiências da presença de Deus nos sugere descobrir novamente a amplidão e a profundidade do cristianismo. Deixem que a sua fantasia se expanda livremente ao longo do discipulado cristão. Por vezes, somos consideradas pessoas que falam apenas de proibições. Nada pode ser mais distante da verdade! Um autêntico discipulado cristão é caracterizado pelo sentido de admiração. Estamos diante daquele Deus que conhecemos e amamos como um amigo, diante da vastidão de sua criação e da beleza de nossa fé cristã.


quarta-feira, 16 de abril de 2008

Jesus regressou a sua Casa...


Christus resurrexit! Aleluia!
Comunica-se a toda a comunidade académica que depois desta temporada de deserto, a circular de sala em sala, para a celebração da Santa Missa, por graça de Deus, foi-nos concedido o regresso à tão desejada casa onde o Senhor Jesus já se encontra a habitar no Sacrário...
Sem dúvida um presente neste dia em que sua Santidade Bento XVI celebra o seu 82º aniversário. Deo gratias!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

O PADRE

Se fossem colocados à tua frente um anjo, puro espírito, cheio de graça e esplendor e um padre católico, humilde e com os defeitos inerentes à sua condição humana, quem escolherias para prestar maior honra?

Eu escolheria o padre!

O anjo, dotado de um inteligência incomparavelmente mais perfeita que a de qualquer homem e não sujeito às limitações de um corpo, é capaz de contemplar de modo mais pleno a perfeição divina de Deus.

Mas, só o padre, através do sacramento da Ordem, consegue tornar presente, em cada missa, no momento da consagração, o pão e o vinho em verdadeiro Corpo e verdadeiro Sangue de Jesus Cristo.

Só o padre é capaz , no exercício do seu ministério, perdoar em nome de Jesus Cristo os nossos pecados, libertando-nos da pena eterna devida.

Só o padre pode, aos fiéis que se encontrem em risco de vida, administrar o sacramento da Unção dos Doentes, perdoando os seus pecados em nome de Jesus Cristo e fazendo descer dos céus a graça do Espírito Santo para alívio dos sofrimentos.

Só o padre tem poderes para crismar, fazendo descer dos céus o Espírito Santo que dará a capacidade do conhecimento de Deus aos fiéis, enraizando mais profundamente a filiação divina.

A cada dia o padre pode repetir o mais extraordinário feito do universo: a morte do Criador, o sacrifício da Cruz no altar da Missa, a conversão do pão em Carne e do vinho em Sangue. A cada dia o padre pode efectivamente, em nome de Jesus Cristo, perdoar os pecados. A cada dia, o padre pode, ao distribuir a Eucaristia, alimentar a nossa alma com o Corpo do próprio Deus.

“Nem a Santíssima Virgem pode fazer o que pode um sacerdote.” (Hugo Wast).

Sacerdos alter Christus (o sacerdote é outro Cristo)!

Se faltar o padre, quem tornará realmente presente o santo sacrifício da Cruz, na celebração da Missa? Se faltar o padre, quem, pela consagração, nos dará Cristo vivo e ressuscitado, Corpo, Sangue, Alma e Divindade? Se faltar o padre, como é que não ficarão vazios os tabernáculos?
Se faltar o padre, quem nos absolverá os pecados no confessionário, único tribunal onde quem se confessa culpado se levanta inocente? Se faltar o padre, como seremos alimentados com o Corpo de Cristo? Se faltar o padre, como teremos os sacramentos, sinais visíveis da graça de Deus?

São estas as razões que me levam a beijar a mão de todos os sacerdotes, cumprindo o costume da mais respeitosa saudação, àquele que é o outro Cristo, obtendo também por esta saudação a indulgência parcial prevista.

Rezemos para que não faltem padres e os seminários fiquem cheios!

Parabéns Rodrigo pela tua corajosa decisão!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Como é que a Capelania define a Universidade Católica?

Por mais esquisito que possa parecer
define a Universidade Católica
como uma escola de...


quinta-feira, 3 de abril de 2008

Missões... Mértola... Fátima... Alemanha... À conquista da Terra Santa!


Alguém se recorda de ter passado por estes momentos...? Onde está esta gente toda?


Católica no seu melhor...


Capelania a bombar! Corações ao Alto!

No dia em que os termómetros chegaram aos 30º faz bem recordar...

Miguel... Capelania... In aeternum!!

Universitários em Roma com o Papa

Vós sabeis que com um sério compromisso pessoal, inspirado nos valores evangélicos, é possível responder adequadamente aos grandes interrogantes do tempo presente. O cristão sabe que há um nexo inseparável entre verdade, ética e responsabilidade. Toda expressão cultural autêntica contribui para formar a consciência e estimula a pessoa a superar-se, a fim de que possa melhorar a sociedade.

A pessoa sente-se , assim, responsável diante da verdade, ao serviço da qual deve colocar-se a própria liberdade pessoal. Trata-se certamente de uma missão comprometedora e para realizá-la o cristão está chamado a seguir Jesus, cultivando uma intensa amizade com Ele através da oração e da contemplação. Ser amigos de Cristo e dar testemunho d’Ele onde quer que nos encontremos exige também o esforço de ir contra a corrente, recordando as palavras do Senhor: estais no mundo, mas não sois do mundo (cf. Jo 15, 19).

Não tenhais medo, portanto, quando for necessário, de não se conformar na universidade, no colégio e em todos os lugares. Sede fermento de esperança neste mundo que anseia encontrar Jesus, em ocasiões sem perceber.

Para melhorá-lo, esforçai-vos antes de tudo por mudar vós mesmos através de uma vida sacramental intensa, especialmente aproximando-vos do sacramento da Penitência e participando assiduamente na celebração da Eucaristia.