Melhor do que um Papa... só mesmo outro Papa!!

Melhor do que um Papa... só mesmo outro Papa!!

terça-feira, 29 de abril de 2008

O que é o amor?

Esta foi uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos.

As crianças são sábias... vamos aprender juntos???

Respostas:

"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos" - Mathew, 6 anos

"Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite" - Rebecca, 8 anos

"Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras" - Lauren, 4 anos

"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo" - Tommy, 6 anos

"Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente" - Billy, 4 anos

"Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela" - Chrissy, 6 anos

"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, ara ter certeza que está do gosto dele" - Danny, 6 anos

"Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta" - Bobby, 5 anos

"Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta. - Nikka, 6 anos

"Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda" - Samantha , 7 anos

"Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de deus, mas o amor de deus junta os dois" - Jenny, 4 anos

"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford" - Chris, 8 anos

"Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo" - Cindy, 8 anos

"Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo" - Jessica, 8 anos

"Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não" - Patty, 8 anos

"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro" - Mary Ann, 4 anos

"Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor" - Max, 5 anos

Retirado do Site http://www.portaldafamilia.org/

terça-feira, 22 de abril de 2008

Papa aos jovens americanos e aos de todo o mundo...

E hoje? Quem leva o testemunho da Boa Nova de Jesus às ruas de Nova York, nos subúrbios inquietos às margens das grandes cidades, aos lugares nos quais os jovens se reúnem em busca de alguém em quem confiar? Deus é nossa origem e nosso destino, e Jesus é o caminho. O percurso desta viagem articula-se – como o dos nossos santos – entre alegrias e provações da normal vida quotidiana: nas suas famílias, nas escolas e nos colégios, durante as suas atividades no tempo livre e nas suas comunidades paroquiais. Todos estes lugares são marcados pela cultura na qual crescem. Como jovens americanos são-lhes oferecidas muitas possibilidades para o seu desenvolvimento pessoal, e vós fostes educados com um espírito de generosidade, serviço e imparcialidade. Mas não precisais que eu vos diga que existem também dificuldades: comportamentos e formas de pensar que sufocam a esperança, caminhos que parecem conduzir à felicidade e à satisfação, mas que levam somente à confusão e à angústia.


Vós já percebestes quantas vezes a reivindicação da liberdade é feita sem jamais se referir à verdade da pessoa humana? Existem pessoas que defendem que o respeito da liberdade do cidadão torne injusta a busca da verdade, incluindo a verdade sobre o que é o bem. Em alguns lugares, falar da verdade é considerado como fonte de discussão ou de divisões e, portanto, deve ser reservado à esfera pessoal. E no lugar da verdade – ou melhor, da ausência da verdade – difundiu-se a idéia de que, dando valor indiscriminadamente a tudo, assegura-se a liberdade e se liberta a consciência. É o que chamamos de relativismo. Mas qual é o objetivo da ‘liberdade’ que, ignorando a verdade, persegue o que é falso ou injusto? A quantos jovens foi oferecida uma mão que, em nome da liberdade ou da experiência, os guiou ao vício das drogas, à confusão moral ou intelectual, à violência, à perda de respeito por si mesmos, ao desespero e até, tragicamente, ao suicídio?


Queridos amigos, a verdade não é uma imposição. Nem é simplesmente um conjunto de regras. É a descoberta de Alguém que nunca nos trai; de Alguém em quem podemos sempre confiar. Ao procurar a verdade, chegamos a viver com base na fé porque, definitivamente, a verdade é uma pessoa: Jesus Cristo. É esta a razão pela qual a autêntica liberdade não é uma escolha de se ‘desvincular’ de algo. É uma decisão pelo ‘empenho por’; nada mais do que sair de si mesmos e deixar-se envolver no ‘ser pelos outros’ de Cristo (cf. Spe salvi, 28).


Por vezes, porém, somos tentados em fechar-nos em nós mesmos, duvidar da força do esplendor de Cristo, limitar o horizonte da esperança. Tomem coragem! Fixem o olhar nos nossos santos! A diversidade de suas experiências da presença de Deus nos sugere descobrir novamente a amplidão e a profundidade do cristianismo. Deixem que a sua fantasia se expanda livremente ao longo do discipulado cristão. Por vezes, somos consideradas pessoas que falam apenas de proibições. Nada pode ser mais distante da verdade! Um autêntico discipulado cristão é caracterizado pelo sentido de admiração. Estamos diante daquele Deus que conhecemos e amamos como um amigo, diante da vastidão de sua criação e da beleza de nossa fé cristã.


quarta-feira, 16 de abril de 2008

Jesus regressou a sua Casa...


Christus resurrexit! Aleluia!
Comunica-se a toda a comunidade académica que depois desta temporada de deserto, a circular de sala em sala, para a celebração da Santa Missa, por graça de Deus, foi-nos concedido o regresso à tão desejada casa onde o Senhor Jesus já se encontra a habitar no Sacrário...
Sem dúvida um presente neste dia em que sua Santidade Bento XVI celebra o seu 82º aniversário. Deo gratias!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

O PADRE

Se fossem colocados à tua frente um anjo, puro espírito, cheio de graça e esplendor e um padre católico, humilde e com os defeitos inerentes à sua condição humana, quem escolherias para prestar maior honra?

Eu escolheria o padre!

O anjo, dotado de um inteligência incomparavelmente mais perfeita que a de qualquer homem e não sujeito às limitações de um corpo, é capaz de contemplar de modo mais pleno a perfeição divina de Deus.

Mas, só o padre, através do sacramento da Ordem, consegue tornar presente, em cada missa, no momento da consagração, o pão e o vinho em verdadeiro Corpo e verdadeiro Sangue de Jesus Cristo.

Só o padre é capaz , no exercício do seu ministério, perdoar em nome de Jesus Cristo os nossos pecados, libertando-nos da pena eterna devida.

Só o padre pode, aos fiéis que se encontrem em risco de vida, administrar o sacramento da Unção dos Doentes, perdoando os seus pecados em nome de Jesus Cristo e fazendo descer dos céus a graça do Espírito Santo para alívio dos sofrimentos.

Só o padre tem poderes para crismar, fazendo descer dos céus o Espírito Santo que dará a capacidade do conhecimento de Deus aos fiéis, enraizando mais profundamente a filiação divina.

A cada dia o padre pode repetir o mais extraordinário feito do universo: a morte do Criador, o sacrifício da Cruz no altar da Missa, a conversão do pão em Carne e do vinho em Sangue. A cada dia o padre pode efectivamente, em nome de Jesus Cristo, perdoar os pecados. A cada dia, o padre pode, ao distribuir a Eucaristia, alimentar a nossa alma com o Corpo do próprio Deus.

“Nem a Santíssima Virgem pode fazer o que pode um sacerdote.” (Hugo Wast).

Sacerdos alter Christus (o sacerdote é outro Cristo)!

Se faltar o padre, quem tornará realmente presente o santo sacrifício da Cruz, na celebração da Missa? Se faltar o padre, quem, pela consagração, nos dará Cristo vivo e ressuscitado, Corpo, Sangue, Alma e Divindade? Se faltar o padre, como é que não ficarão vazios os tabernáculos?
Se faltar o padre, quem nos absolverá os pecados no confessionário, único tribunal onde quem se confessa culpado se levanta inocente? Se faltar o padre, como seremos alimentados com o Corpo de Cristo? Se faltar o padre, como teremos os sacramentos, sinais visíveis da graça de Deus?

São estas as razões que me levam a beijar a mão de todos os sacerdotes, cumprindo o costume da mais respeitosa saudação, àquele que é o outro Cristo, obtendo também por esta saudação a indulgência parcial prevista.

Rezemos para que não faltem padres e os seminários fiquem cheios!

Parabéns Rodrigo pela tua corajosa decisão!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Como é que a Capelania define a Universidade Católica?

Por mais esquisito que possa parecer
define a Universidade Católica
como uma escola de...


quinta-feira, 3 de abril de 2008

Missões... Mértola... Fátima... Alemanha... À conquista da Terra Santa!


Alguém se recorda de ter passado por estes momentos...? Onde está esta gente toda?


Católica no seu melhor...


Capelania a bombar! Corações ao Alto!

No dia em que os termómetros chegaram aos 30º faz bem recordar...

Miguel... Capelania... In aeternum!!

Universitários em Roma com o Papa

Vós sabeis que com um sério compromisso pessoal, inspirado nos valores evangélicos, é possível responder adequadamente aos grandes interrogantes do tempo presente. O cristão sabe que há um nexo inseparável entre verdade, ética e responsabilidade. Toda expressão cultural autêntica contribui para formar a consciência e estimula a pessoa a superar-se, a fim de que possa melhorar a sociedade.

A pessoa sente-se , assim, responsável diante da verdade, ao serviço da qual deve colocar-se a própria liberdade pessoal. Trata-se certamente de uma missão comprometedora e para realizá-la o cristão está chamado a seguir Jesus, cultivando uma intensa amizade com Ele através da oração e da contemplação. Ser amigos de Cristo e dar testemunho d’Ele onde quer que nos encontremos exige também o esforço de ir contra a corrente, recordando as palavras do Senhor: estais no mundo, mas não sois do mundo (cf. Jo 15, 19).

Não tenhais medo, portanto, quando for necessário, de não se conformar na universidade, no colégio e em todos os lugares. Sede fermento de esperança neste mundo que anseia encontrar Jesus, em ocasiões sem perceber.

Para melhorá-lo, esforçai-vos antes de tudo por mudar vós mesmos através de uma vida sacramental intensa, especialmente aproximando-vos do sacramento da Penitência e participando assiduamente na celebração da Eucaristia.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Está na hora de tomar decisões!!



O critério é simples, seguir a Vontade de Deus, expressa pela Santa Madre Igreja (no meu caso é professada pelo Sr. Cardeal Patriarca de Lisboa)