Se fossem colocados à tua frente um anjo, puro espírito, cheio de graça e esplendor e um padre católico, humilde e com os defeitos inerentes à sua condição humana, quem escolherias para prestar maior honra? Eu escolheria o padre!
O anjo, dotado de um inteligência incomparavelmente mais perfeita que a de qualquer homem e não sujeito às limitações de um corpo, é capaz de contemplar de modo mais pleno a perfeição divina de Deus.
Mas, só o padre, através do sacramento da Ordem, consegue tornar presente, em cada missa, no momento da consagração, o pão e o vinho em verdadeiro Corpo e verdadeiro Sangue de Jesus Cristo.
Só o padre é capaz , no exercício do seu ministério, perdoar em nome de Jesus Cristo os nossos pecados, libertando-nos da pena eterna devida.
Só o padre pode, aos fiéis que se encontrem em risco de vida, administrar o sacramento da Unção dos Doentes, perdoando os seus pecados em nome de Jesus Cristo e fazendo descer dos céus a graça do Espírito Santo para alívio dos sofrimentos.
Só o padre tem poderes para crismar, fazendo descer dos céus o Espírito Santo que dará a capacidade do conhecimento de Deus aos fiéis, enraizando mais profundamente a filiação divina.
A cada dia o padre pode repetir o mais extraordinário feito do universo: a morte do Criador, o sacrifício da Cruz no altar da Missa, a conversão do pão em Carne e do vinho em Sangue. A cada dia o padre pode efectivamente, em nome de Jesus Cristo, perdoar os pecados. A cada dia, o padre pode, ao distribuir a Eucaristia, alimentar a nossa alma com o Corpo do próprio Deus.
“Nem a Santíssima Virgem pode fazer o que pode um sacerdote.” (Hugo Wast).
Sacerdos alter Christus (o sacerdote é outro Cristo)!
Se faltar o padre, quem tornará realmente presente o santo sacrifício da Cruz, na celebração da Missa? Se faltar o padre, quem, pela consagração, nos dará Cristo vivo e ressuscitado, Corpo, Sangue, Alma e Divindade? Se faltar o padre, como é que não ficarão vazios os tabernáculos?
Se faltar o padre, quem nos absolverá os pecados no confessionário, único tribunal onde quem se confessa culpado se levanta inocente? Se faltar o padre, como seremos alimentados com o Corpo de Cristo? Se faltar o padre, como teremos os sacramentos, sinais visíveis da graça de Deus?
São estas as razões que me levam a beijar a mão de todos os sacerdotes, cumprindo o costume da mais respeitosa saudação, àquele que é o outro Cristo, obtendo também por esta saudação a indulgência parcial prevista.
Rezemos para que não faltem padres e os seminários fiquem cheios!
Parabéns Rodrigo pela tua corajosa decisão!
“Nem a Santíssima Virgem pode fazer o que pode um sacerdote.” (Hugo Wast).
Sacerdos alter Christus (o sacerdote é outro Cristo)!
Se faltar o padre, quem tornará realmente presente o santo sacrifício da Cruz, na celebração da Missa? Se faltar o padre, quem, pela consagração, nos dará Cristo vivo e ressuscitado, Corpo, Sangue, Alma e Divindade? Se faltar o padre, como é que não ficarão vazios os tabernáculos?
Se faltar o padre, quem nos absolverá os pecados no confessionário, único tribunal onde quem se confessa culpado se levanta inocente? Se faltar o padre, como seremos alimentados com o Corpo de Cristo? Se faltar o padre, como teremos os sacramentos, sinais visíveis da graça de Deus?
São estas as razões que me levam a beijar a mão de todos os sacerdotes, cumprindo o costume da mais respeitosa saudação, àquele que é o outro Cristo, obtendo também por esta saudação a indulgência parcial prevista.
Rezemos para que não faltem padres e os seminários fiquem cheios!
Parabéns Rodrigo pela tua corajosa decisão!
4 comentários:
Parabéns por teres decidido corresponder à Vontade de Deus!
Parabéns a todos aqueles que, chamados, já responderam generosamente à eleição de Deus fazendo pesar mais o amor a Ele que a grandeza das suas fragilidades! Obrigado a todos os sacerdotes...
Rodrigo,
uma vez que este texto foi dedicado a ti,devo dizer-te que estou muito feliz pela tua decisão,e sabes?Há uma coisa que te posso garantir...viverás muitas alegrias.
Um abraço
Zé João
Tiago,só te digo uma coisa... quando é que vais ser tu a ser o corajoso?
Abraço,
Zé João
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